10/03/11

Não me vendo

jamais me venderei
nem mesmo dentro do caixão.
Haja o que houver!
Sei
que é nesta perdição
pecaminosa
que me vou perder.

Busquei na vida
a luz que nunca vi
e me prometia o eterno.
Nessa busca incessante
me perdi
e tive como resposta
o regresso
às sombras deste inferno.

Sem comentários:

Enviar um comentário

PARA ALÉM DAS PALAVRAS (uma crítica à poética de Edgardo Xavier)

Estamos perante um poeta genial: dito assim, deste modo peremptório, quase a evidência nos diz podermos dispensar da leitura de qualquer ...