09/09/11

manhã de nocturnos frios

É hora de largada.
A boca brota
virgem
escrevendo invencíveis palavras
contra as catadupas demolidoras
do tempo.

Rosas e Povo.
Pão e Futuro.

A manhã cresce sem sentido.

Os meus filhos hão-de vir
e ver
ao acordar
que esta manhã feita de aguarela
bruta
vai cobrar ao mundo
nocturnos frios.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Um olhar sobre o MAR DOS SENTIDOS (poesia)

José Luís Outono “MAR DOS SENTIDOS” (chancela Edições VIEIRA DA SILVA, numa edição de 2012) – Opinião Literária © (não escrevo segun...