23/10/18

PREFÁCIO de O SERENO FLUIR DAS COISAS


“Ser uma coisa evidente é ficar reduzido a quase nada”

Esta frase, do poeta dramaturgo Teixeira de Pascoais, explica em poucas palavras os conceitos que Alvaro Giesta aplica na arte da escrita. Nada do que sai de sua pena fica restrito ao evidente. Há, quase sempre, algo mais a ser entendido, para lá da palavra escrita. Há, quase sempre, matéria que, não sendo secundária (bem pelo contrário), merece tanta ou mais atenção. Há, quase sempre, algo que, fazendo sombra à evidência, nos obriga a ver para lá do óbvio e a decifrar entre linhas.
Copyright da imagem Jose Fernando Delgado Mendonça
E o título da obra que temos em mãos é o exemplo perfeito. O SERENO FLUIR DAS COISAS, na sua fórmula evidente, ficaria reduzido ao simples e básico nada. No entanto, o poeta, enquanto mestre conhecedor das ferramentas que depuram a poesia e sabedor daquilo que se auto-exige, usou-as para que o conteúdo contrariasse o título, transformando-o numa ironia: o interior deste livro é tudo menos sereno, direi mesmo inquietante. Em contraponto, porquanto a arte poética não tem linearidade, o título desta obra também pode ser entendido como uma reflexão pela naturalidade com que devemos encarar as coisas que acontecem, seja na concepção da obra, seja naquilo que, afinal, é a vida de todos nós. As coisas acontecem porque tem de ser assim e devem ser entendidas como inevitabilidades da condição humana.
Alvaro Giesta já demonstrou, em diversas ocasiões, o quanto domina a arte do subliminar e essa capacidade é fruto de um trabalho apurado, consciente e, acima de tudo, permanente. Afinal, é esse rigor, no uso da linguagem simples, que se exige ao poeta. Se assim não for sobra apenas o banal. Mas não se confunda o banal com o simples. Existem diferenças abismais entre estes dois conceitos. Entenda-se o banal como algo frívolo, vulgar, o tal nada a que se referia Pascoais. O simples, ou a simplicidade na escrita, é algo bem mais complicado de se atingir mas uma vez alcançado pode ser sublime por não ser evidente.
Disse Herberto Helder:
“Escreve-se um poema devido à suspeita de que enquanto o escrevemos algo vai acontecer, uma coisa formidável, algo que nos transformará, que transformará tudo”
Alvaro Giesta labora a sua escrita por acreditar que, enquanto escreve, as transformações acontecem. E fá-lo para, no mínimo, transformar o banal em algo formidável, porque a estética também diz muito sobre o trabalho do poeta.
Esta simbiose (trabalho/estética), tão querida ao poeta, acaba por ser a imagem de marca da sua obra mas não explica tudo porquanto a primeira é apenas o meio para alcançar a segunda. E se sobre a estética cada um pode interpretar a seu bel-prazer e entendimento, sobre o trabalho não há margem para duvidar que o poeta se escreve a cada verso.
Neste sentido, e porque não existe uma só forma de dissertar sobre a obra de Alvaro Giesta, não resisto a fazer um paralelismo, já tão gasto como o tempo, entre a escrita poética e a escultura. Ao contrário de muitos contemporâneos que dizem esculpir o poema da matéria bruta, desbastando aqui e limando acolá, Alvaro Giesta usa o texto como matéria prima e, com o cinzel de poeta, vai retirando os excessos que o envolvem, até ficar apenas o que sempre existiu: o poema. Dito isto, é fácil deduzir que a poesia está dentro do poeta e ele limita-se a colocá-la cá fora somente quando entende que o poema atingiu a maturidade necessária para se dar a conhecer – o estado de quase perfeição.
“Os homens são como as obras de arte: é preciso que se não entenda tudo delas duma só vez”
Esta frase de Miguel Torga ajuda-nos a fundir e resumir tudo o que dissertei até aqui. A mestria de Alvaro Giesta no uso da linguagem simples, através do burilamento do poema, e a arte de transformar essa simplicidade em algo formidável mas nada evidente, para que cada leitor, a cada nova leitura, vá descobrindo ou decifrando o poema e o poeta. Neste contexto, faço um parêntesis e ouso escrever que O SERENO FLUIR DAS COISAS é a menos hermética das obras de Alvaro Giesta mas, em contrapartida, talvez seja a que mais nos fala do homem que dá corpo ao poeta e assim o vamos conhecendo pouco a pouco.
Sintetizando, e fazendo uso de uma discussão tão antiga quanto a poesia, creio que a forma mais adequada, para definir a poética deste autor, é considerar que, aquilo que para muitos é inspiração/criatividade, para Alvaro Giesta é transpiração/trabalho, porque o ofício de poeta o exige e a demanda pela perfeição também. Ou como disse Fernando Pessoa: “Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter”.

Emanuel Lomelino

Outubro de 2018



22/10/18

O DESPERTAR DA PALAVRA POÉTICA?


                             As palavras podem formar uma escrita nativa
                                                           de corpos claros
                                                           ANTÓNIO RAMOS ROSA
                                                                                                         
                                                                       Desta vergonha de existir ouvindo,
                                                                       amordaçado, as vãs palavras belas,
                                                                       por repetidas quanto mais traindo
                                                                       tornadas vácuas da beleza delas;
                                                                       JORGE DE SENA

Copyright da imagem Jose Fernando Delgado Mendonça
No contexto e no desenvolvimento da modernidade e das correntes que lhe estão associadas, e muitas há, algumas até de sinal contrário, a palavra poética ganhou fôlego e autonomia e, ainda hoje, sendo outros os parâmetros e até as ideias expressas pela poesia, que se tem vindo a reconstituir como “um regresso ao sentido”, a palavra e a sua reconfiguração estética se é que não estão propriamente no centro de tão laboriosa construção psicológica, constituem a reserva de energia capaz de emocionar, de questionar, de abrir caminhos, capaz “da força do rasgar / do corpo rumo ao céu”, “corpo do poeta / que espera a voz inicial do tempo (…)” (in “O Sereno Fluir das Coisas” de Alvaro Giesta).
A linguagem ocupou um espaço mais amplo (“consomem o espaço”), sorveu a revolução tecnológica e influiu decisivamente no ritmo do despertar emocional, através do desencadeamento e do encadeamento de um número infinito de imagens e de novos símbolos, até aí improváveis ou proscritos, e que traduzem uma ruptura com processos anteriores e consigo mesma.
Mallarmé o poeta francês nascido em Paris em 1840, que alguns apelidaram de “mestre dos simbolistas”, valorizou o papel da linguagem na poesia, essa forma de expressão humana trazida ao seu ritmo essencial, ao misterioso significado da existência. (Abril de 1866).
Entre nós essa autonomia da linguagem foi valorizada por poetas e críticos literários de várias épocas. Nesse sentido, escreveria Casais Monteiro que a “libertação da palavra é o fenómeno mais marcante da evolução da poesia de há um século para cá”. Já Nuno Judice infere que a conquista da modernidade traz “essa autonomia da linguagem cujo mecanismo, uma vez posto em movimento, dispensa as contingências da comunicação para colocar ao nosso alcance a imagem de um possível diálogo com o absoluto”.
“No texto poético as palavras adquirem uma maior liberdade pela soma inesgotável de temas que (se) nos propõem à imaginação trabalhando a matéria desses temas com a arte poética que eles merecem. Daí que considere que não há morte em literatura.” (in posfácio “Retorno ao Princípio” de AG)
Porque no seu entendimento, é o nada e do nada que nasce a linguagem poética; é aí, no preciso lugar “onde a luz e a obscuridade coincidem e se transformam” que se dá o acto inaugural da palavra. (Idem)
Na linguagem poética a palavra não morre. A palavra, se morre, é para dar vida à palavra nova porque “a palavra é a vida dessa morte” como nos diz o filósofo Maurice Blanchot (…).” (Idem).
Esta é afinal a tal dialéctica vida-morte de que AG no “Retorno ao Princípio” em que o processo que leva à morte da palavra para dar a “palavra nova” significa transformação, resultado da ruptura entre as forças antecedentes e subsequentes e assim sucessivamente.
Para o autor de “Um arbusto no olhar” a linguagem de que se serve para elaborar a sua arte poética tem por missão “expressar sentimentos humanos e transmitir, de forma subjectiva, aspectos da nossa realidade – medos, angústias, anseios, desgraça, pobreza… tudo quanto seja marginal (…).
Em “Nota do Autor” do seu segundo livro de poesia “Meditações sobre a palavra”, um tributo ao poeta Ramos Rosa, afirma sem hesitação e fiel à sua devoção literária: “Há que reconhecer que se pode e deve dar novo uso à palavra poética. “a palavra nova agita um tempo novo/harmonizam-se os elementos” escreve . Um uso não-lírico, onde o “artefacto rigoroso da busca” e da construção e emprego da palavra no todo do edifício poético, dê verdadeiro sentido intelectual à obra construída”. Uso não-lírico, entendo eu, devido à quase inexistência da volúpia do corpo - o rosto, as mãos, o beijo, as linhas sinuosas que circundam o sexo -, a imagem perfeita de um destino apaixonado (“noutros tempos eu sabia escrever o amor”). É a palavra, no corpo do poema, raiz, sangue, nascente que encarna a relação afetiva e a exaltação da beleza e do enamoramento. (“ergue-se a palavra//(essa namorada extraviada do silêncio)”).
A palavra é a afirmação da subjectividade em estado de pureza máxima e é simultaneamente o Centro da criação, Terra, Água, Sol, Luz:

Na indefinição do tempo
o corpo todo corre em busca da palavra pura
perdida na imprecisão do gesto
(…)”
Mas o poeta é o artífice ágil que extrai a palavra do húmus da terra e que resgata a essência da escrita na alquimia dos símbolos, dispersos no espaço onde as trevas se fundem com claridade. O poeta caminha entre deuses, entre rios, entre gente cansada e queixosa, entre o sol e os ventos ferozes, como ele próprio nos diz, numa “busca sem princípio e sem fim/à procura do seu céu”. AG é o homem erguido do corpo do poema que:

Como o búzio espera o som
nas areias da praia esquecida
ou a terra espera o fruto para crescer
                        após arada           assim espero a palavra;
                       
depois
como o oleiro ao barro
modelo-a
como o escultor usa o cinzel,
limo-lhe as arestas

como o artesão na forja
uno-lhe os espaços vazios

esculpo-a
amo-a,
e construo dela o meu edifício todo

O universo da linguagem poética de AG baseia-se na função que à palavra cabe de preencher, ou dito de outro modo, de fecundar o vazio, o nada, a sombra, o silêncio, a solidão, o branco da página por escrever e de (re)nascer do abismo do tempo, lugar obliquo onde se esvaem as paixões e os homens enlouquecem despojados da própria alma.
AG é um herdeiro legítimo e ao mesmo tempo um continuador dessa herança da cultura literária ocidental de que temos vimos a falar, o seu labor poético, marcado da maior coerência intelectual, incessantemente criativo, organizador de imagens, recriação de um sonho por sonhar, humanamente intenso e directo, manifestando a crença na religiosidade da palavra, sem destino, interrogativo, (“nela se interrompe e se começa/nela se busca e se encontra,/ela se inventa num sempre novo navegar;”). Navegar é preciso, disse o grande poeta, viver também é preciso. Escreve-se no espaço em branco sem rosto para anunciar o caminho, encontrar o que possa existir do outro lado do corpo enclausurado; deus ignorado, vazio e exangue, longínquo, sentado nas pedras de fogo e sangue da cidade com casas onde falta o pão e debruçado sobre o tempo para assistir para além dos horizontes sagrados àquela que é toda a génese da poesia de AG: o acto inaugural da palavra! Palavra rigorosa, escultural, nua, violenta, alada que mergulha no magma do poema e solta o grito da verdade com a ascensão do sol ao Monte Parnaso.
Num pequeno livro de edição de autor, de Abril de 2016, “O Discurso dos pássaros”, dividido em duas partes, “voo sem asas” e “o poeta em frágeis aspirações”, persuadimo-nos de que o poeta inventa a luz, inventa os mitos, as metáforas de solidão e medo e ganha asas com o gesto da criação, acto de transfiguração do silêncio e do vazio. A sua voz nasce da imensidão do verso por entre as sombras de um tempo inócuo e remoto onde a palavra de deus se tornou inaudível mesmo quando o sonho se disseminou magicamente pela memória.
O poeta não teme arriscar a procura da palavra inicial, a palavra-embrião que encarna o sonho e a angústia, o fogo da inquietação e a liberdade, a indigência e o silêncio da morte. É o tempo do poeta! É o tempo de haver uma efabulação fecunda com palavras que valem mais que as profecias dos deuses ausentes, ou vazios, ou inventados sobre o mistério dos infinitos céus que escondem a vegetação de novos paraísos. Ao poeta só interessa o “ofício” de cavar o chão rochoso e agreste e sentir o sabor que nas mãos fica por dos dedos nascer a poesia. O que há de mais puro no coração ávido que anseia a água da vida e o ser, senão a poesia! O que há de mais humanamente verdadeiro e livre, senão a poesia!
Como escreveu Eduardo Lourenço “O acto que define o homem como criador é o acto poético, a poesia. O que os poetas fazem, fundamentalmente, são variações infinitas sobre esse objecto, o tempo, que é mais esfíngico que todas as esfinges, porque é ele que nos olha no fundo dos olhos sem dar resposta. A resposta somos nós que temos de dar com a nossa vida, com a nossa existência.”
O conjunto da obra poética de AG, com um total de 9 livros - trazidos a este encontro de um modo não sistematizado, a-cronológica, quase-estético e incompleto -, apresenta-se como um repertório de grande riqueza poética e humana, muito multifacetado tanto em relação às opções formais, como no que se refere aos alvos da sua reflexão filosófica, psicológica, social ou apenas no plano literário – sempre numa cadência viva, com pausas respiratórias que nos ajudam a entrar no jogo subtil da luta de contrários e na partitura poética, na qual o “poeta-artesão” inscreve, com incansável rigor, as imagens, as metáforas e a geografia onírica de uma peregrinação, transitando, por vezes, de poema para poema ou de livro para livro. AG conhece e manuseia com mestria as leis de desencadeamento da emocionalidade numa combinação balanceada com o acto racional.
Percorremos a extensa obra de AG que não obstante o conhecimento que da mesma já possuíamos, não deixou de nos impressionar intensamente, sendo surpreendidos a cada nova leitura pelo avistamento de outros horizontes, imprevistos até então, e, claro, pela descoberta do segredo do fogo do seu lirismo racional!
Aquele fraterno abraço, amigo Alvaro Giesta
                                                                                                                      José Baião Santos
Outubro – 2018

O DESTINATÁRIO DO POETA

[foram estas as minhas palavras para os queridos leitores e leitoras presentes nesta assembleia no dia do lançamento de O Sereno Fluir das Coisas (poesia]


          Diz Mário de Carvalho, no seu livro "Quem disser o contrário é porque mente", que "são precisos dois para dançar o tango". Gentil Martins dizia há dias em entrevista à Rádio Renascença que o elemento mais importante da equipe cirúrgica é o anestesista.                

          Ora, aqui tenho duas figuras - o par do tango e o anestesista de que me vou servir como arquétipos para dizer que, mais importante que o escritor, no caso vertente o poeta, é o leitor. De que serve ao poeta escrever versos se não tiver o leitor? Mas, o bom leitor. Este é o destinatário do poeta - aquele que o poeta pretende sujeitar a si sem o  subjugar, sem que seja à medida do leitor impingindo-lhe o produto. 

copyright da imagem Jose Fernando Delgado Mendonça

          O leitor inteligente e criativo, o que não se quer ver diminuído enquanto bom leitor, de imediato rejeita esse poeta, esse escritor que o subjuga, que lhe impinge o produto, porque o bom leitor não se deseja ver desprestigiado enquanto tal. E há tantas maneiras de sujeição - usa-se muito por mensagens particulares no facebook, por exemplo, antes de submeter o poema à leitura pública.
          Esse leitor menos atento ou menos inteligente que não se quer dar ao trabalho de pensar para criticar, "embarca" nesses cantos de sereia, e aplaude porque o vizinho aplaudiu, e "gosta" sem saber se gosta do que lê, quando o lê, porque também "gosta" sem gostar do que lê, simplesmente porque "gosta" da cara daquele que lhe impinge o produto ou porque não quer desagradar, mesmo não gostando.
          O escritor quando escreve, o poeta que faz poesia, não é para si que escreve, que faz versos, mas para o leitor que o deve julgar sem sujeição. O bom leitor, - o bom par de dança que conduz harmoniosamente no tango; o bom e atento anestesista que garante a cirurgia com êxito. O bom leitor é o melhor crítico que o escritor tem. Também o leitor espera do escritor, do poeta, um espírito criativo que o leve a distanciar da falange vulgarizadora que, sem crivo, escreve banalidades do senso comum não confundir "senso comum" com "bom senso".
          Então, o leitor faz assim tanta falta ao poeta, se o acto de escrever é um labor solitário? Será que eu preciso mesmo do leitor (?) para escrever, enquanto me debato, sozinho, com a página em branco num sótão fechado a cheirar a mofo e a mijo de gato? Claro que isto é poético, porque o poeta de hoje já não precisa da solidão irrefragável para escrever. A solidão irrefragabilis de que os poetas necessitam para fazer versos, é falsa. Hoje há poetas que escrevem entre garrafas de cerveja vazias, escrevem entre os comentários que vão deixando, aqui e ali, aos amigos do facebook que vão lendo (e às vezes plagiando), escrevem no meio da refrega de qualquer evento a que assistem, muitas vezes apontando num caderninho restos de versos que apanham no ar para depois os enquadrarem - e mal enquadrados em poemas seus.
          Pois eu preciso, tanto do leitor que me lê e me critica com intenção séria, como do silêncio para escrever. Porque é no silêncio que eu medito enquanto crio, é a voz do silêncio que funciona no meu íntimo criador como motor imóvel, mas que (me) faz mover no tempo de criação. Em mim, o acto de escrever é um labor solitário que exige, enquanto escrevo, que esteja só, ausente do tumulto, do ruído, o estridente que me atropela as ideias por isso escrevo sempre entre as duas e as cinco da manhã. No silêncio me refugio para escrever, mas não vivo em solidão. Esse ruído estentóreo, que retumba e atordoa, nada tem a ver com o som o som é uma percepção sensorial musical que até o silêncio tem; a voz do silêncio tem frequências que se harmonizam e me transportam a estados de alma que me ajudam, enquanto poeta, neste acto de criatividade. Mas não chamo a isso "inspiração".

          Apenas um parentese para fazer notar que eu digo "criatividade" e não "inspiração" porque, não acredito em inspiração; para mim, a inspiração não existe, porque não há musas, nem deuses, nem tágides, nem qualquer outra divindade celestial oculta e estranha a mim, a soprar-me os versos ao ouvido, a ditar-me a força da palavra. Para o que escrevo sirvo-me daquilo que imagino, que idealizo e daquilo que os meus olhos e sentidos veem e sentem. A minha inspiração é a palavra, é o labor "transpirado" com que a ergo nesse silêncio em que medito... e, se há algo a que possa inadequadamente e injustamente chamar "inspiração", quando esse fervor de criar vem do "favor" de outrem, colhido de outrem, sem o plagiar, isso chama-se "influência" - e essa influência também me angustia enquanto aprendiz do Mestre; este, sim, é o criador genuíno que não sofre a angústia da influência de que fala Harold Bloom - mas, criadores genuínos, há poucos.

          Entro em pânico ao enfrentar a página em branco, se não encontro a palavra certa para iniciar a frase, para começar o verso que me servirá de arranque e impulsionará ao longo do papel. É nestas alturas do pânico da página em branco - em que a criatividade me falta, que eu receio defraudar o meu parceiro de escrita, o meu par para dançar o tango: você, caro leitor...

          ...aqui presente, a quem agradeço por ter vindo, por estar aqui, hoje, comigo e com os poemas deste "... Sereno Fluir das Coisas", que afinal, são seus. Obrigado.

Alvaro Giesta
10 de Outubro de 2018

26/08/18

ALVARO GIESTA - Bibliografia - levantamento possível de toda a actividade literária do autor





[o que foi possível descobrir, registado, desde 2005 a esta parte (2018);
toda a actividade literária, impressa em Angola no período 1966 a 1975 se perdeu;
no interregno de tempo entre 1975 e 2005, o autor escreveu para as gavetas.]

Alvaro Giesta - Poeta


ÍNDICE:
I - CV do Autor
II - Obras completas do autor (publicadas em livro)
III - Obras em co-autoria em Antologias e Colectâneas (publicadas em livro)
IV - Opúsculos e Revistas (criadas, editadas e dirigidas pelo autor)
V - Prefácios, Posfácios, Recensões e Palestras (publicadas em livro e revistas impressas/digitais)
VI - Crónicas (publicadas em revistas impressas e ou digitais)
VII - Textos sob a forma de ensaio (publicados em revistas impressas e/ou digitais)
VIII - Contos (pubicados em blog de autor)
IX - Artigos publicados em órgãos impressos
X - Reflexões e outros textos publicados (impressos e/ou digitais)
XI - Entrevistas concedidas e/ou intervenções radiofónicas
XII - Blog e Página de Autor
XIII - Manuscritos por publicar
XIV - Diversos (publicações várias em órgãos impressos Portugal e Estrangeiro)

I - CURRICULUM VITAE 

Poeta, ficcionista, editor gráfico e coordenador literário, escreve também ensaio e recensão. Alvaro Giesta é pseudónimo literário de Fernando António Almeida Reis, sob o qual tem várias obras publicadas. Natural de Numão, concelho de Foz Côa (1950). Seguiu a carreira militar na GNR aposentando-se em 2010 no posto de Sargento-Mor. Ao serviço da Lei e da Grei ao longo de mais de 30 anos de serviço, desempenhou com denodo, abnegação e honradez todas as missões de chefia de que foi imcumbido, e a prova isso atestam-no os vários louvores que lhe foram concedidos pelas mais altas esferas militares e, até, do Governo, e as mais significativas condecorações, entre as quais a Medalha de Ouro de Comportamento Exemplar e a Medalha de Mérito Militar, concedidas pelo Chefe do Estado Maior do Exército e a Medalha de Prata dos Serviços Distintos concedida pelo Ministro da Administração Interna.

Académico Correspondente da ALA (Academia de Letras e Artes, de Portugal) e da ALTM (Academia de Letras de Trás-os-Montes), é ainda sócio da APE (Associação Portuguesa de Escritores) e do CEMD (Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora). Em Setembro de 2018, com a obra poética inédita HÚMUS, recebe o Prémio Literário de Poesia, Manuel Neto dos Santos, com a publicação da mesma obra pela Arandis Editora no ano seguinte (2019).

Concebeu, fundou e é proprietário desde 2013, da revista literária impressa A Chama – Folhas Poéticas, de que foi editor e director até 2015, estando desde esta data a publicação da mesma suspensa por decisão editorial. Foi cronista residente da BIRD Magazine, onde escreveu ensaio e crónica semanalmente durante mais de dois anos; publica crónica e poesia no jornal online ROSTOS. Tem publicação dispersa em vários jornais regionais e revistas literárias de Portugal e Estrangeiro (Brasil, Argentina e Roménia). Publica na revista literária LICUNGO do CEMD (Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora). Gere o seu blog Visionário no sítio https://alvarogiesta.blogspot.pt/. 

II - OBRAS COMPLETAS DO AUTOR

1. ONDE OS DESEJOS FREMEM SEDENTOS DE SER (poesia, 2011), Corpos Editora; Gaia (ISBN 978-989-617-971-7 ;   DL Pt-333433/11 (Biblioteca Nacional)

2. MEDITAÇÕES SOBRE A PALAVRA (poesia, 2012), Temas Originais, Coimbra (ISBN 978-989-688-101-6;   DL PT 339528/12 (Biblioteca Nacional)

3. HÁ O SILÊNCIO EM VOLTA (poesia 2012) Edições Vieira da Silva, Lisboa (ISBN 978-989-8545-97-8;   DL PT 348260/12 (Biblioteca Nacional)

4. O RETORNO AO PRINCÍPIO (poesia 2014) Editora Calçada das Letras, Lisboa (ISBN 978-989-8352-51-4;   DL PT 376147/14 (Biblioteca Nacional)
          Prefácio de Dr. José Baião
          Posfácio de Fernando A. Almeida Reis

5. UM ARBUSTO NO OLHAR (poesia 2014) Editora Calçada das Letras, Lisboa (ISBN 978-989-8352-58-3;   DL PT 383204/14 (Biblioteca Nacional)
          Prefácio de Fernando A. Almeida Reis

6. ENTRE NÓS, CUMPLICIDADES (conto 2015) - Editora Calçada das Letras, Lisboa (ISBN 978-989-8352-64-4;   DL PT 393771/15 (Biblioteca Nacional)

7. OBLÍQUO É O TEMPO caderno n.º 1 da Colecção Giesta - (poesia 2015) Edições Autor (ISBN 978-989-20-6407-9; DL PT 404381/16 (Biblioteca Nacional)
          100 exemplares numerados e assinados pelo autor

8. O DISCURSO DOS PÁSSAROS  caderno n.º 2 da Colecção Giesta - (poesia 2015) Edições Autor (ISBN 978-989-20-6575-5;   DL PT 407992/16 (Biblioteca Nacional)
          300 exemplares numerados e assinados pelo autor

9. SOBRE O ROSTO DO CORPO (poesia 2016, ed. bilingue Português-Castelhano), Edições Autor (ISBN 978-989-20-6654-7;   DL PT 409128/16 (Biblioteca Nacional)
          Prefácio de Dr.ª Cristina Fernandes
          Tradução de Carmen Muñoz Fernandez

10. O PRANTO DOS LOUCOS LÚCIDOS, Tributo a Natália Correia (poesia 2017), col. Preto no Branco, Temas Originais, Coimbra (ISBN 978-989-688-285-3;   DL PT 421004/17 (Biblioteca Nacional)

11. PASCOAES E A SAUDADE - Ensaio, colecção de autor - a publicar (DL PT 426138/17 (Biblioteca Nacional)

12. O SERENO FLUIR DAS COISAS (poesia 2018), colecção Poiesis, In-Finita Lisboa (ISBN 978-989-20-8845-7; DL PT 445365/18
           Prefácio de Amanuel Lomelino

13.


III - CO-AUTOR EM ANTOLOGIAS E COLECTÂNEAS

1. Antologia de Escritores Brasileiros e Autores de Língua Portuguesa (poesia, 2006), RG Editores-Brasil
2. Antologia de Escritores Brasileiros e Autores de Língua Portuguesa (poesia, 2007), RG Editores-Brasil
3. Antologia Contos nos ii (conto,  2011), Edições Ecopy, Leiria
4. IV Antologia de Poetas Lusófonos (poesia 2011/2012), Folheto Edições e Design, Leiria
5. Antologia de Poesia Contemporânea – entre o sono e o sonho Vol. III, (poesia, 2011/2012), Edições Chiado, Lisboa
6. Antologia de Poesia Contemporânea – entre o sono e o sonho Vol. IV, (poesia, 2012/2013), Edições Chiado, Lisboa (com poemas do autor Alvaro Giesta e Miguel Faia)
7. Poetar Contemporâneo, Vol. II (poesia, 2012), Edições Vieira da Silva, Lisboa
8. Ocultos buracos, Colectânea de Contos, 2012, Pastelaria Edições, Lisboa
9. Colectânea PAI (poesia 2012), edição vários autores, Lisboa
10. Colectânea CRIANÇA (poesia, 2012), edição vários autores, Lisboa
11. Antologia SOB EPÍGRAFE – tributo a José Craveirinha (poesia, 2012), Temas Originais, Coimbra
12. V Antologia de Poetas Lusófonos (poesia 2012/2013), Folheto Edições e Design, Leiria
13. Antologia de Poesia Contemporânea – entre o sono e o sonho, Vol. IV (poesia, 2012/2013), Edições Chiado, Lisboa
14. VI Antologia de Poetas Lusófonos (poesia 2013/2014), Folheto Edições e Design, Leiria
15. EROTYSMUS Impulsos e Apelos - (poesia, 2013), Esfera do Caos, Lisboa
16. Antologia Solar de Poetas (poesia, 2014), Modocromia, Lisboa
17. Antologia SOB EPÍGRAFE – tributo a José Carlos Ary dos Santos (poesia, 2014),  Temas Originais, Coimbra
18. Antologia SOB EPÍGRAFE – tributo a Mário de Sá-Carneiro (poesia, 2014),  Temas Originais, Coimbra
19. Antologia Palavras de Cristal - Vol II (poesia, 2014), Modocromia, Lisboa
20. Mangwana - Agenda 2015” (poesia), Ed. Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora
21. Mangwana - Agenda 2016” (poesia), Ed. Círculo de Escritores Moçambicanos na Diáspora
22. Antologia de Poetas Portugueses (poesia), bilingue Português-Romeno, Ed. Editura Pim, 2017, Roménia
23. Antologia 40 Poetas Transmontanos de Hoje, (poesia), Âncora Editora numa Edição Academia de Letras de Trás os Montes,
24. Antologia SOB EPÍGRAFE – tributo a Camilo Pessanha (poesia, 2017),  Temas Originais, Coimbra
25. Colectânea Literária I, (Poesia, Ensaio, Crónica, Conto, 2017), Edição ALA, Academia de Letras e Artes, Lisboa
26. OPUS - selecta de poesia em Língua Portuguesa (poesia 2018), Temas Originais, Coimbra
27. Antologia Conexões Atlânticas II - Portugal/Brasil (poesia 2018), In-Finita, Lisboa
28. Antologia SOB EPÍGRAFE - tributo a Fernando Pessoa (poesia, 2018), Temas Originais, Coimbra
29. Retrato de Mulher - Antologia Poética (poesia, 2018), Temas Originais, Coimbra
30.  Antologia SOB EPÍGRAFE - tributo a Sophia de Mello Breyner Andersen (poesia, 2019), Temas Originais, Coimbra



IV - OPÚSCULOS E REVISTAS (criadas/editadas/dirigidas pelo autor)

1.  A CHAMA_Folhas Poéticas (Revista Literária impressa N.º 1 a N.º 10 com 38 páginas) - divulgação de vários poetas e escritores
          ISSN 2182-8946
          DL PT 357813/13

          A CHAMA N.º 01 Homenagem a Teixeira de Pascoaes
          A CHAMA N.º 02 Homenagem a Cesário Verde
          A CHAMA N.º 03 Homenagem a Miguel Torga
          A CHAMA N.º 04 Homenagem a Urbano Tavares Rodrigues
          A CHAMA N.º 05 Homenagem a António Ramos Rosa
          A CHAMA N.º 06 Homenagem a Hilda Hilst
          A CHAMA N.º 07 Homenagem aos Nossos Autores
          A CHAMA N.º 08 Homenagem a Mário de Sá-Carneiro
          A CHAMA N.º 09 Homenagem a Natália Correia
          A CHAMA N.º 10 Homenagem a Fernando Pessoa


V - PREFÁCIOS, POSFÁCIOS, RECENSÕES, PALESTRAS
(e locais de publicação)

1. Sobre um "eleito" - Mário de Sá-Carneiro - o poeta da "Dispersão" (Artigo, aqui completo e publicado na Revista BIRD MAGAZINE de 14/12/2015;
          Serviu de Nota de Abertura, em versão reduzida (4 páginas A5), à Antologia "Sob Epígrafe - um tributo a Mário de Sá-Carneiro, editada pela Temas Originais, Coimbra, em 1.ª edição, 2014. - ISBN 376237/14; DL PT 978-989-688-218-1)

2. Uma Poética de Guerra, sobre o livro "HÁ O SILÊNCIO EM VOLTA", do autor,  chancela Edições Vieira da Silva, 2012; são do mesmo os poemas aqui transcritos.

3. Palestra "A Poética da Guerra", proferida em 2013 no evento literário "Poetas do Povo" (Cais do Sodré-Lisboa), de que foi dinamizador José Anjos com os poetas convidados e intervenientes Miguel Borges, Jaime Rocha e José Candeias.
          Parte deste texto sob o título "Sobre a Poética da Guerra", foi publicado pela BIRD MAGAZINE de 16 de Novembro de 2015.)
          Também publicado no Blog Visionário de Alvaro Giesta em Jul 2014

3. Um Olhar sobre "Mar de Sentidos", recensão ao livro de José Luís Outono "MAR DOS SENTIDOS", chancela Edições Vieira da Silva, Lisboa, 2012. Publicado no Jornal Rostos e Jornal Notícias do Barreiro em Julho 2012.
          Também publicado no blog Visionário de Alvaro Giesta, em 2017

4. Um Olhar sobre "Rio de Doze Águas", recensão à Antologia Poética "RIO DE DOZE ÁGUAS", (12 autores), Chancela COISAS DE LER, 2013, publicado na revista literária impressa A Chama N.º 5 (Nov/Dec 2013), em anexo no caderno n.º 1 de "Os Cadernos da Chama"

5. Entre "si" e o vazio de "si" - sobre a poética de Oriana Melo, publicado na revista literária impressa A CHAMA N.º 10/2014 e na BIRD Magazine em Maio 2014

6. Prefácio ao livro "À Janela do teu corpo" de Joaquim Monteiro, Chancela MODOCROMIA

7.  Um Olhar sobre "À janela do teu corpo" recensão ao livro de Joaquim Monteiro, publicada na BIRD Magazine em Nov 2016

8. Crítica literária sobre o livro "À janela do teu corpo" de Joaquim Monteiro, publicado na revista de lusofonia Divulga Escritor
https://www.divulgaescritor.com/products/critica-literaria-sobre-o-livro-%C3%A0-janela-do-teu-corpo-de-joaquim-monteiro-por-alvaro-giesta/

9. Onde os Desejos Fremem Sedentos de Ser - apresentação na Biblioteca Municipal do Montijo, a minha obra poética ONDE OS DESEJOS FREMEM SEDENTOS DE SER, Chancela Corpos Editora, em Novembro de 2011

10. Prefácio para as "Crónicas Barreirenses", livro de Manuela Fonseca, 2012

11. Um Olhar sobre "Cor Púrpura" - recensão ao livro de poesia de Carlos Bondoso, uma edição de Chiado Editora, 2013

12. Prefácio para a obra "(In-)Confidências", livro de Ana Mascarenhas, 2013

13. Um Olhar sobre "Segredos Tecidos à Mão" - Em apresentação no Palácio Egipto, Oeiras, esta recensão ao livro de poesia SEGREDOS TECIDOS À MÃO, da autora Margarida Vieira, uma edição da Calçada das Letras, Lisboa, 2014

14. Apresentação de "As Animadas Tertúlias de um Homem Inquieto" na Biblioteca Municipal de Alhos Vedros em 2014, esta recensão ao romance AS ANIMADAS TERTÚLIAS DE UM HOMEM INQUIETO, de Jorge Nuno, Chancela Pastelaria Editora, Lisboa.
          Recensão à mesma obra, publicada  em Out 2015 na revista BIRD MAGAZINE

15. Um Olhar sobre "A Outra Face do Verso" - recensão ao livro de poesia de Carlos Bondoso, Chancela MODOCROMIA, 2014

16. O Retorno ao Princípio - posfácio da obra do autor, por Fernando António Almeida Reis, ortónimo, Calçada das Letras, 2014, publicado em Ago 2015 no Blog de Alvaro Giesta

17. Um Arbusto no Olhar - prefácio da obra por Fernando António Almeida Reis, ortónimo, Chancela Calçada das Letras, 2014, publicado em Ago 2015 no Blog de Alvaro Giesta

18. Um Olhar sobre "Janelas da Natureza" - uma apreciação do livro de Acácio Costa, uma edição de ALETHÊIA, 2015, inserta no título do autor

19. PARA ALÉM DAS PALAVRAS, uma crítica à poética de José Baião, Abril 2016

20. PARA ALÉM DAS PALAVRAS - uma crítica ao fenómeno imagético na poética de Fernando Lobo, Maio 2017

21. PARA ALÉM DAS PALAVRAS, uma crítica à poética de Edgardo Xavier, Julho 2017

22. Prolegómenos de Policromia para Cegos - prefácio e recensão à obra poética de Jesús Récio Blanco e Emanuel Lomelino, Dezembro 2017, Blog Visionário

23. O verso livre, quando a prosa se concilia com a tonalidade da poesia - crítica à obra de João Dordio, publicado em Junho 2018 no blog Visionário

24. Prolegómenos sobre o enigma do ser na poética de Isabel Bastos Nunes na obra À Procura de Mim

25. NOS DEDOS AS PALAVRAS, recensão à obra poética de Ana P de Madureira

26. NO HÁLITO DE AFRODITE, recensão à obra poética de Célia Moura


VI - CRÓNICAS

1. DADA – o que foi isso? - mera e curta divagação do movimento cultural, publicado em 2005 (?) no Jornal online Balaio de Notícias (Sergipe-Brasil)
          Publicado também em Agosto 2016 na revista BIRD Magazine

2. JONH NASH e a "Ideia Original", artigo escrito em Setembro de 2005 e publicado na Edição 82 de 11 de Setembro a 9 de Outubro de 2005, do Web jornal "Balaio de Notícias". Acompanhava-o uma fotografia de arquivo de John Nash
          Publicado também em 2005 no Jornal de Notícias do Barreiro. Acompanhava-o uma fotografia de arquivo de John Nash

3. Meditação, publicado no Jornal online Balaio de Notícias de Sergipe/Brasil (2007)
          Publicado também no jornal impresso Notícias do Barreiro (18 de Abril de 2007)

4. A dialéctica da fotografia surrealista/conceptualista, sobre a fotografia de José Marafona, publicado em Set 2011 no blog Visionário de Alvaro Giesta

5. As ferroadas do moscardo, publicado na revista literária A CHAMA N.º 6 (Jan/Fev 2014) assinado sob o pseudónimo de "O Moscardo"

6. A poesia circular ou redonda, artigo publicado na Facebook em 2015

7. Na sombra do esquecimento, publicado no Jornal Rostos de 10/04/2012 e Revista Literária A CHAMA de Março de 2013

8. José Marafona – o fotógrafo do “RACIONAL-IRRACIONAL”, publicado em Set 2015 na revista BIRD Magazine

9. O 5 de outubro de 1910 - a acção dos Sargentos e do Povo, publicado em Outubro 2015, na BIRD Magazine

10. O retorno ao princípio (numa dialéctica Vida-Morte), pósfácio à referida obra publicado em Out 2015 na revista BIRD Magazine

11. Das palavras ácidas - quando o boato impera, publicado em Out 2015 na revista BIRD Magazine

12. Intuição e intelecto: dois opostos entre dois pontos, apenas à distância de um salto inalcansável, publicado em Nov2015 na BIRD Magazine
          Também publicado no blog Visionário de Alvaro Giesta, em Set 2017

13. O escritor e o destinatário, publicado em Novembro 2015
na revista BIRD Magazine

14. O mito das raças, publicado em Nov 2015 na revista BIRD Magazine
          Também publicado em Junho 2017 no Blog Visionário de Alvaro Giesta

15. Os ilimitados campos do limite, publicado em Dezembro 2015 na revista BIRD Magazine

16. O tempo dos sonhos em dias de natal, publicado em Dezembro 2015 na revista BIRD Magazine

17. O status quo da poesia, publicado em Março de 2016 na revista BIRD Magazine

18. Marcas da história em dia da liberdade, publicado em 25 Abril 2016 na revista BIRD Magazine

19. Neste país, de lendas e de história feito, publicado em Janeiro 2016 na revista BIRD Magazine

20. O pânico da página em branco, publicado em Fevereiro 2016 na revista BIRD Magazine

21. Ser poeta por necessidade da alma, publicado em Fevereiro 2016 na revista BIRD Magazine

22. Entre a exaltação e a melancolia, publicada em Março 2016 na revista BIRD Magazine

23. Neste país de lendas e de história feito (Costa Vicentina), publicado em Julho 2016 na revista BIRD Magazine

24. O tempo e as estratégias dos bons e dos maus malandros, publicado em Jan 2016 na revista BIRD Magazine

25. Rouba-se, assim, à morte, o sentido que se dá à vida, publicado em Agosto 2016 na revista BIRD Magazine

26. A indiferença mora ao pé de mim, publicado em Agosto 2016 na revista BIRD Magazine

27. A crítica literária e a cegueira, publicado em Outubro 2016, na BIRD Magazine
          Também publicado no Blog Visionário de Alvaro Gieste em Maio de 2018

28. Memórias de um poeta obscuro, publicado em Mar 2017 no Blog Visionário de Alvaro Giesta

29. (In)compreensão da obra pascoaliana, publicado em Abr 2017 no Blog Visionário de Alvaro Giesta

30. A alquimia do verbo (e o Ponto de Bauhüte), publicado em Outubro de 2017, Blog Visionário de Alvaro Giesta

31. O 5 de Outubro de 1910  -  a acção dos Sargentos e do Povo, publicado em Outubro 2017, Blog Visionário de Alvaro Giesta

32. O retorno ao princípio, numa dialéctica Vida- Morte - Duas opiniões sobre a obra "O Retorno ao Princípio" de Alvaro Giesta, Colecção Naïf, Editora Calçada das Letras, 2014, publicado em Abril 2018, Blog Visionário de Alvaro Giesta

33. A influência na invenção do humano poético, publicado em Abril 2018, Blog Visionário de Alvaro Giesta

34. A crítica literária e a cegueira, publicado em Maio 2018, Blog Visionário de Alvaro Giesta

35. Da morte, cantata em odes mínimas, texto e poemas publicados na Selecta de Poesia em Língua Portuguesa publicada pela Temas Originais, Coimbra, 2018 e blog Visionário de Alvaro Giesta


VII - TEXTOS SOB A FORMA DE ENSAIO

1. A ARTE POÉTICA, publicado em Maio 2014 na revista de lusofonia Divulga Escritor

2. A POÉTICA COM ARTE - parte de uma palestra subordinada ao tema "A Poesia com Arte" no café literário 100ARTES, Lisboa, em Jul 2014

3. Sobre A CRÍTICA LITERÁRIA, publicado na revista literária A CHAMA n.º 7 de 2.º trimestre de 2014

4. Sobre ESCRITA CRIATIVA, publicado na revista literária A CHAMA n.º 10 (último trimestre de 2014)

5. ACERCA (de certa escuridão) DA ESCRITA, publicado na revista literária "A Chama" n.º ? (? trimestre de 2014) (Parte I e Parte II)
6. ACERCA (de certa escuridão) DA ESCRITA, publicado em Set 2015 na BIRD Magazine

7. Sobre o tema "ACERCA (da escuridão) DA ESCRITA", publicado também na Revista Divulga Escritor

8. O ESCRITOR E O DESTINATÁRIO, publicado em Nov 2015 na revista BIRD Magazine.

9. UMA CARTA A UM SUPOSTO MESTRE DA PALAVRA POÉTICA, publicado em Nov 2015 na revista BIRD Magazine

10. NATAL: DAS ORIGENS PAGÃS À REALIDADE BÍBLICA, ensaio publicado em Dez 2015 na revista BIRD Magazine

11. A POESIA HOJE - a valorização do particular, do circunstancial e do privado, publicado em Jan 2016 na revista BIRD Magazine

12. DOS LIMITES DA LITERATURA ERÓTICA ÀS FRONTEIRAS DO PORNOGRÁFICO, publicado em Jan 2016 na revista BIRD Magazine

13. O PÂNICO DA PÁGINA EM BRANCO, publicado em Fev 2016 na revista BIRD Magazine

14. SER POETA POR NECESSIDADE DA ALMA, publicado em Fev 2016 na revista BIRD Magazine
15. SEGUNDA CARTA A UM SUPOSTO MESTRE DA PALAVRA POÉTICA, publicado em Fevereiro 2016 na revista BIRD Magazine

16. O STATUS QUO DA POESIA, publicado em Março 2016 na revista BIRD Magazine

17. ENTRE A EXALTAÇÃO E A MELANCOLIA, publicado em Março de 2016 na revista BIRD Magazine

18. A PALAVRA ESCRITA - um objecto de arte e com arte, publicado em Março 2016 na revista BIRD Magazine

19. Sobre escrita criativa subordinado ao tema ESCRITA CRIATIVA? NÃO, MUITO OBRIGADO, publicado em Junho 2016 na BIRD Magazine

20. REFLEXÃO EM TORNO DO FAZER POÉTICO "VIDA-MORTE", publicado em Set 2016 na revista BIRD Magazine

21. AS FRONTEIRAS ENTRE A PROSA E A POESIA: O VERSO LIVRE, publicado em Set 2016 na BIRD Magazine

22. O VERSO LIVRE: O TRABALHO COM A PALAVRA POÉTICA, publicado em Out 2016 na BIRD Magazine
          Também publicado em Jul 2017 no Blog Visionário de Alvaro Giesta

23. A POESIA COM ARTE, A ARTE DA POESIA, publicado em Janeiro 2017 na revista BIRD Magazine

24. AS CONSCIÊNCIAS CRIADORAS NÃO VIVEM POR REPRODUÇÃO E ROTINA, publicado em Mar 2017 no Blog Visionário de Alvaro Giesta

25. SERMÃO AOS QUE PREFEREM SER MOUCOS, publicado em Mar 2017 no Blog Visionário de Alvaro Giesta

26. OU PURAS ALUCINAÇÕES POÉTICAS, publicado em Abr 2017 no Blog Visionário de Alvaro Giesta
          Também publicado em Ago 2018 na página do Facebook do autor "Este Ofício da Escrita"

27. ACERCA (de certa escuridão) DA ESCRITA, (parte I e parte II), publicado em Ago 2018 no Blog Visionário de Alvaro Giesta

28. O VALOR DO SÍMBOLO NA POESIA, publicado em Março 2018 no Blog Visionário de Alvaro Giesta https://alvarogiesta.blogspot.com/2018/03/o-valor-do-simbolo-na-poesia.html

29. A ESSÊNCIA DO FENÓMENO LITERÁRIO NA POÉTICA DE HERBERTO HELDER -  o valor do símbolo, palestra na Grande Maratona de Poesia no Dia Mundial da Poesia, 15 Março 2018, realizada no Palácio do Egipto, Oeiras, sob os auspícios do poeta Fernando Mendonça e publicado no Blog Visionário de Alvaro Giesta, em 23/03/2018

30. PASCOAES E A SAUDADE - Introdução: publicado em Junho 2017 no Blog Visionário de Alvaro Giesta (obra ainda não publicada mas já registada na Biblioteca Nacional de Portugal sob o Número de Depósito Legal 426138/17
https://alvarogiesta.blogspot.com/2017/06/pascoaes-e-saudade_8.html

31. Sobre um "eleito" - Mário de Sá Carneiro - o poeta de "Dispersão", conversas poéticas a realizar com Francisca Pinheiro no dia 25 de Maio 2019 no Palácio do Egipto, Oeiras


VIII - CONTOS

1. Uma fuga sem destino de "Contos do Infinito e os demónios da Tia Matilde", publicado em Maio 2016 na revista BIRD Magazine

2. Um conto de "Contos do Infinito e os demónios da Tia Matilde", publicado no Blog Visionário de Alvaro Giesta

3. O medo e a máscara de "Contos do Infinito e os Demónios da Tia Matilde", publicado no Blog Visionário de Alvaro Giesta

4. Pontos luminosos no céu de Contos do Infinito e os Demónios da Tia Matilde, publicado no Blog Visionário de Alvaro Giesta

5. Mater Natura, conto, publicado no Blog Visionário de Alvaro Giesta


IX - ARTIGOS PUBLICADOS EM ÓRGÃOS IMPRESSOS

Revista A CHAMA (ISSN 2182-8946; Depósito Legal N.º 357813/13)
(apenas aqui se referem os artigos publicados pelos pseudónimos Alvaro Giesta, Miguel Faia, Eros o Anjo Erótico e Fernando A. A. Reis, ortónimo deles)

A CHAMA N.º 1 (Mar/Abr 2013)
          - Sobre "os poetas maiores e poetas menores" - em jeito de editorial (enquanto ortónimo e editor)
          - Palavras verticais (poema de AG)
          - Presságio (por Miguel Faia, o segundo pseudónimo)
          - Eis quem sou (por Miguel Faia, o segundo pseudónimo)
          - Na sombra do esquecimento - recordando datas e efemérides (crónica AG)
          - A volta ao mundo num livro (conto de AG)
          - No ventre das palavras (poema de Eros, o Anjo Erótico, o terceiro pseudónimo)

A CHAMA N.º 2 (Mai/Jun 2013)
          - Em justa homenagem a Cesário Verde (o poeta que fez capa em crónica - enquanto ortónimo e editor)
          - A alma inquieta num corpo em sobressalto - dois poemas a duas vozes: Alvaro Giesta/Miguel Faia)
          - Na errância do espaço (poema AG)
          - Trópica flor às minhas mãos (poema de Eros, o Anjo Erótico, o terceiro pseudónimo)

A CHAMA N.º 3 (Jul/Ago 2013)
          - Sobre "o projecto futuro de A CHAMA" - em jeito de editorial (enquanto ortónimo e editor)
          - Contraponto (duas vozes, dois poemas, dois poetas - em paralelo Alvaro Giesta/Xavier Zarco)
          - Sobre Miguel Torga (crónica enquanto ortónimo)
          - Sobre a criação e o consumo (crónica enquanto ortónimo)
          - Entre o Barreiro e Terreiro do Paço (carta de Miguel Faia a Alvaro Giesta, sobre  a ambiguidade da palavra e o fenómeno poético)
          - Qual Zéfiro, surgias... (poema épico AG)

A CHAMA N.º 4 (Set/Out 2013)
          - Sobre as antologias poéticas actuais (crónica enquanto ortónimo)
          - Minha cabeça febril (poema AG)
          - Caminho da memória (poema de Miguel Faia, o segundo pseudónimo)

A CHAMA N.º 5 (Nov/Dec 2013)
          - Em jeito de editorial, pelo ortónimo, sobre o Caderno N.º 1 em anexo à revista "Rio de Doze Águas" (recensão)
          - Recensão sobre "Rio de Doze Águas" de 12 autores, (por AG)
          - O Vagabundo (poema AG)
          - À mesa do café, com Ana Mascarenhas (crónica enquanto ortónimo)

A CHAMA N.º 6 (Jan/Fev 2014)
          - Em jeito de editorial, pelo ortónimo, sobre o 1.º ano de actividade
          - Hilda Hilst, a poeta que desafiava a morte (crónica pelo ortónimo)
          - À mesa do café, com entrevista a Fernando Lobo, poeta e cenógrafo (pelo ortónimo)
          - As ferroadas do moscardo (crónica AG)
          - Trópica flor às minhas mãos aberta (poema AG)

A CHAMA N.º 7 (Jan/Fev/Mar 2014) Edição Especial: os nossos autores
          - Em jeito de editorial - comemorar Abril, pelo ortónimo
          - Na sombra do esquecimento, crónica pelo ortónimo
          - Intemporalidades (poema de Miguel Faia, o segundo pseudónimo)
          - Liberdade (Poema AG)
          - Pátria Inerte (poema épico AG)

A CHAMA N.º 8 (Abr/Mai/Jun 2014)
          - Mário de Sá-Carneiro, o poeta da Dispersão, Recensão por Alvaro Giesta
          - A entrevista a Alvaro Giesta, por Shirley Cavalcante

A CHAMA N.º 9 (Jul/Ago/Set 2014)
          - Acerca da escuridão da escrita (crónica por AG)
          - Natália Correia - a aluna das ervas (crónica por Alvaro Giesta)
          - Absolutos diademas (longo poema do segundo pseudónimo Miguel Faia, mais tarde publicado em livro, com alterações, por AG)

A CHAMA N.º 10 (Out/Nov/Dec 2014)
          - Escrita criativa. Sim ou Não?, ensaio (por Alvaro Giesta)
          - Janelas da Natureza, sobre um livro de Acácio Costa (recensão por Alvaro Giesta)
          - TURFA - sobre a poesia de Oriana Melo (recensão por Alvaro Giesta)         - Fernando Pessoa - "quando fui outros" (crónica de Alvaro Giesta
          - Manual dos Instintos Assassinos - sobre este livro de Eduardo Roseira


X - REFLEXÕES E OUTROS TEXTOS

Cartas de mim para mim (a publicar) - (a um suposto mestre da palavra poética)
          Carta 1 - sobre «Pensar, não é dizer o já pensado ou esclarecer o esclarecido»
          Carta 2 - sobre «forçoso é evoluir»
          Carta 3 - sobre «a ambiguidade da palavra e do fenómeno poético»
          Carta 4 - sobre «a palavra»
          Carte 5 - sobre «a fértil imaginação»
          Carta 6 - sobre «a criação e o consumo»


XI - ENTREVISTAS

1. Revista DIVULGA ESCRITOR, maior rede de divulgação literária de lusofonia pela Jornalista Shirley M. Cavalcante (SMC), em Junho de 2014, no sítio

2. Rádio Alenquer, programa de Ana Coelho, em Junho de 2015

3. In-Finita e Toca a Falar Disso
https://tocaafalardisso.blogspot.com/2018/07/dez-perguntas-alvaro-giesta.html

4. Intervenção radiofónica em entrevista concedida à NTR Network Rádio sobre A POÉTICA TATUADA NO TEMPO na sequência da publicação da obra poética O Sereno Fluir das Coisas, publicado em 2018

5. Intervenção radiofónica na NTR Network Rádio sobre a obra Nos Dedos as Palavras de Ana P de Madureira durante a entrevista por ela concedida à referida rádio

6. Intervenção radiofónica na NTR Network Rádio no Dia Mundial da Poesia, 21 Março de 2019, com a escritora Alice Vieira e o escritor Mário Máximo

7. Intervenção radiofónica na NTR Network Rádio sobre a obra no Hálito de Afrodite da Célia Moura durante a entrevista por ela concedida à referida rádio



XII - BLOGS E PÁGINAS DE AUTOR

Visionário de Alvaro Giesta - https://alvarogiesta.blogspot.com/


XIII - MANUSCRITOS PARA PUBLICAR

1. Variações Sobre um Corpo (poesia erótica) - registado na IGAC
2. A Alquimia do Verbo (intertextualidades com Pessoa e Herberto - Poesia) - registado na IGAC
3. Pascoaes e a Metafísica da Saudade (ensaio) - registado na BN
5. A POESIA COM ARTE - A ARTE DA POESIA, ensaio segundo as subdivisões abaixo referidas, dos vários artigos de âmbito literário publicados  na revista BIRD Magazine, durante os anos 2015 e 2016
(a publicar) - registado na IGAC
          - Introdução
          - O poema e o não-poema
          - A palavra escrita: um objecto de arte e com arte
          - As fronteiras entre a prosa e a poesia: o verso livre
          - O Verso livre: o trabalho com a palavra poética
          - A poesia hoje - a valorização do particular, do circunstancial e do privado
          - O Status Quo da Poesia
          - Acerca (de certa escuridão) da escrita
          - Anarquismo poético e a poesia circular ou redonda
          - O pânico da página em branco
          - Entre a exaltação e a melancolia
          - Os ilimitados campos do limite
          - Ser poeta por necessidade da alma
          - O escritor e o destinatário
          - A crítica literária e a cegueira
          - Os escritores fabricados e os geniais iludidos
          - Escrita criativa? Não, muito obrigado
          - Reflexões


XIV - DIVERSOS (textos - prosa e poesia - publicadas noutros orgãos)
[em pesquisa a fazer em: Jornal Rostos (Portugal), Recanto das Letras (Brasil), Planeta Literatura (Brasil), Artesanias Literárias (Chile)]

- Poesia das margens, Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra (29 Abr 2016)
- A dialéctica transgressora da poesia, Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra (20 Mai 2016)
- As consciências criadoras não vivem por reprodução e rotina, Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra (03 Jun 2016)
- Ferroada de moscardo, Jornal Comércio do Seixal e Sesimbra (08 Jul 2016)
- Na sombra do esquecimento, Jornal Notícias do Barreiro, 16 Mai 2007
- Meditação, Jornal Notícias do Barreiro, 18 Abr 2007

NO JORNAL BALAIO DE NOTÍCIAS, BRASIL
(alguns artigos recuperados)
- Um médico tambén chora, conto (AG), Jun 2005
- Um mestre surrealista, crónica (AG), Ago 2005
- Viver sem mendigar, conto (AG), Set 2005
- A fome do poder, crónica (AG), Set 2005
- Jorge Nash, o homem e o filme, crónica (AG), Out 2005
- Meditação, crónica, Out 2005
- Mater Natura, texto AG e foto de Ana Maria Russo, Nov 2005
- As pitangas, conto, Dec 2005
- A estratégia, reportagem, Dec 2005
- Uma luz que cegava, conto (real), Jan 2006
- Reportagem Lisboa-Dakar 2006, texto AG e fotografia de Vera Reis
- Reportagem "uma incursão por terras de Portugal - de Monsanto ao Cabo de S. Vicente¸texto AG e fotografias de AG, Fernando Barão, Artur Ferrão, Raul Costa e Leonel Santos Lopes, 2007
- O aconchego (...) no absolutamente nada, crónica (AG), 2007
- Homem sem leme, prosa e poesia (AG), Fev 2007
- Confitor Deo, prosa poética (AG), Mai 2007
- Quando o boato impera
- O tempo e as estratégias dos bons e dos maus malandros
- À conversa com um Deus vazio (longa carta a Deus)
- Labregos, Pategos, Borregos, Figurantes e Figurões









Prolegómenos sobre “Na Teia do Esquecimento” de Antero Jerónimo

Doem-me as mãos com que te escrevo estes versos… É do peso da espingarda, é do canto que se obrigam a escrever ...