Estou cansado
e morto por parar nesta subida…
Dura é a vida
em que tanto naufraguei
colado ao chão!
Fartei-me de percorrer as veredas
entre a sombra e a claridade
em busca da razão
e da verdade.
E que encontrei no fim da linha
do horizonte
onde este se funde com os Céus?
Falta de tudo! Vede:
Sempre a falta de Deus
como água fresca da fonte
onde pudesse mitigar a falta disso tudo
e a minha sede.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Prolegómenos sobre “Na Teia do Esquecimento” de Antero Jerónimo
Doem-me as mãos com que te escrevo estes versos… É do peso da espingarda, é do canto que se obrigam a escrever ...
-
Doem-me as mãos com que te escrevo estes versos… É do peso da espingarda, é do canto que se obrigam a escrever ...
-
Este poema, não tem a ver com nada da actualidade e tem a ver, ao mesmo tempo, com tudo o que se passa na actualidade, faz parte deste te...
-
É usual, no lançamento duma obra que acaba de nascer, os leitores estarem na expectativa de ouvir falar do livro, para os ajudarem na d...
Sem comentários:
Enviar um comentário